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O silêncio na violência

A violência entre os jovens é cada vez mais comum, desde a violência nas relações amorosas, à discriminação por parte de colegas de escola, que, na maioria dos casos, não é partilhada por medo de que a situação se agrave ou preocupação com futuras retaliações, no entanto, a violência marca os jovens para o resto da vida.

Os nossos comportamentos tendem a ser influenciados pelas pessoas com que nos relacionamos diariamente, como por exemplo, a família, amigos e até mesmo colegas de turma, e essa influência pode ser positiva ou negativa. Uma criança que conviva diariamente com pais que têm um relacionamento tóxico, em que existe agressão física ou verbal, interioriza de tal forma aquela realidade, normaliza os comportamentos, aumentando a probabilidade de no futuro crescer e ser um jovem que vai replicar as atitudes que viu ao longo da infância com o(a) seu(sua) parceiro(a).


Nos relacionamentos amorosos entre jovens, muitas vezes associa-se violência a agressão física, quando a violência pode também ser psicológica, verbal, sexual, incluir insultos em discussões, pressionar, proibir ou controlar o(a) parceiro(a), ou até entrar nas suas redes sociais sem autorização. Muitos jovens veem comportamentos destes como possíveis demonstrações de amor e preocupação e encaram-nos com normalidade, quando deviam ser denunciados, por isso, na maior parte dos casos as vítimas não apresentam queixa, ou por medo, ou por nem reconhecerem que são vítimas.

Em suma, a violência entre os jovens pode ter diversas origens, desde exposição a meios de comunicação violentos, violência em casa, frustração, no entanto, independentemente da origem, a violência tem sempre como objetivo humilhar, magoar e assustar e qualquer vivência em idade jovem deixa marcas profundas para toda a vida. É extremamente importante que exista apoio às vítimas, projetos que visem sensibilizar os jovens para atos violentos e discriminatórios e que exista uma atenção redobrada nestas situações, para que possam ser evitadas.

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