Homofobia
- Enzo Bento, 12.º C3
- 31 de mar. de 2023
- 2 min de leitura
Em pleno 2022, ainda há pessoas que precisam de lutar diariamente pelos seus direitos. Por mais que alguns movimentos tentem, tópicos como preconceito e homofobia perduram na nossa sociedade. Estes são exemplos que contribuem para um constante conflito entre grupos de ideologias distintas. A homofobia surge como uma das principais fontes de conflitos ideológicos no mundo inteiro.
O termo "Homofobia" foi utilizado pela primeira vez em 1972 pelo psicólogo George Weinberg na obra “Sociedade e a Saúde Homossexual”, onde afirma que as pessoas que apoiam a homofobia possuem problemas psicológicos, propondo, dentre outras medidas, a retirada do termo “homossexualidade” da lista de doenças mentais. Nas antigas civilizações grega e romana, a homossexualidade era vista de forma natural. Entretanto, as religiões judaico-cristãs foram as propulsoras da intolerância contra os homossexuais, o que levou a inúmeras mortes, amputações, castrações, e ainda, diversas torturas físicas e psicológicas.

A homofobia foi durante séculos alimentada e propagada, vindo mais tarde a ser considerada uma doença mental e uma aberração. Com isto, muitos homossexuais foram forçados a viver em clínicas psiquiátricas, onde eram considerados perigosos para a sociedade. No entanto, esta triste e desumana situação começa a mudar a partir da década de 80 com a descriminalização da homossexualidade por vários países do mundo. Já na década seguinte, a homossexualidade é retirada da lista de doenças mentais. Diversos motins e protestos foram feitos desde então em prol de reivindicar os direitos que hoje em dia julgamos básicos. Porém, ainda há culturas que se recusam a aceitar a homossexualidade como algo normal.
Em suma, a homofobia está presente em diversas culturas por todo o mundo que se recusam a aceitar a homossexualidade como algo normal. Mesmo assim a evolução que a nossa sociedade desenvolveu ao longo das últimas décadas é notável. Vale ressaltar que a liberdade acaba quando interferimos na liberdade do próximo e que nenhuma cultura deveria punir ninguém pelas suas características naturais.
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