As praxes académicas
- Diana Ferreira, 12.º C3
- 31 de mar. de 2023
- 1 min de leitura

Com a nossa entrada na universidade, somos imediatamente abordados com a seguinte pergunta: “Queres fazer parte das praxes?”. Esta tradição, vigente no ensino superior, tem como objetivo integrar os caloiros, ajudando a fazer amizades e a descontrair.
Para mim, as praxes são vantajosas para nos ajudar na socialização e também são um método para descontrair da pressão universitária, porém, dados os seus pontos negativos, não é algo no qual queira participar.
O primeiro aspeto negativo são os desafios que nos são propostos fazer, visto que a maior parte deles são ridiculamente perigosos, metendo em causa a vida dos próprios caloiros. Um exemplo disso foi a tragédia na praia do Meco onde seis estudantes universitários foram levados fatalmente pelas ondas, quando tentavam cumprir o desafio que lhes foi proposto pelos mentores.
Outro aspeto bastante pertinente é a maneira como são feitos os batismos, nos quais são utilizados diversos alimentos em perfeito estado apenas para “batizar” os caloiros e, como é obvio, estes não poderiam ser utilizados noutras coisas. Os batismos, além de serem totalmente humilhantes, são também uma falta de respeito para com aqueles que necessitam de alimentos e, muitas das vezes, não têm, acabando por me questionar se eles sabem da situação presente em África e agora na Ucrânia, pois estas atitudes mostram totalmente o contrário.
Com isto, concluo que a praxe não devia ser uma atividade utilizada para humilhar as pessoas, para sujar as ruas ou gastar ovos, mas, sim, uma atividade na qual fossem feitos jogos interativos, debates, entre outras atividades, e os monitores tratassem os caloiros com o devido respeito e não como burros.
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